A dúvida o atrapalha? Comece a tomar melhores decisões a partir de agora.

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Como tomar as melhores decisões em 4 passos

Neste artigo, você vai entender como tomar decisões melhores e mais assertivas no seu dia, sem sofrer tanto com o processo.

Existes muitas decisões que precisamos tomar ao longo da nossa vida. Gosto muito de uma frase de um dos maiores desenvolvedores de pessoas do mundo, Tony Robbins: “São nos momentos de decisão que o seu destino é traçado.” Quanto tempo e energia gastamos procurando tomar a melhor decisão, escolher o melhor caminho para nossa carreira, a decisão mais assertiva para nossa vida.

Neste artigo quero conversar com você sobre como tomar decisões melhores e mais assertivas no seu dia, sem sofrer tanto com o processo e, principalmente, sem perder tempo ou deixar oportunidades passarem. Você pode revisitar este artigo quando precisar.

Quantas decisões você toma por dia?

Uma estimativa publicada pelo The Wall Street Journal arrisca a colocar que tomamos até 35.000 decisões em um dia. Isso mesmo. Sejam micro decisões ou decisões maiores, são 35.000 em único dia. Claro que isso pode variar muito de pessoa para pessoa. Fato certo é que muitos estudos já comprovaram, o processo de tomar decisão gasta muita energia. Quanto mais decisões tomamos, mais cansados ficamos.

É por isso que várias pessoas, por exemplo o criador do Facebook Mark Zuckerberg, usam sempre o mesmo tipo de roupa. Para evitarem gastar energia e cérebro com decisões não tão importantes. Eu sei que escolher a roupa para muitas pessoas é uma decisão vida ou morte. Mas para outras pessoas, é uma escolha a menos a se fazer e assim podem usar mais foco e energia em decisões maiores sobre seu negócio ou seu trabalho.

Muitos dos conteúdos sobre produtividade e alto desempenho trazem o conceito de tomar as suas maiores decisões no início do dia, quando seu tanque está cheio e você pode pensar mais claramente. Ao final do dia tendemos a estar mais cansados, com menos energia, levamos mais tempo para decidir e elas podem ser decisões de baixa qualidade.

Passar mais tempo não ajuda

Em muitos casos, decisões maiores não podem ser apressadas ou feitas na emoção. Precisamos de tempo para avaliar, buscar mais informações, “dormir na ideia”, discutir com pessoas do nosso círculo de confiança e analisar vários ângulos do assunto.

O fato é que muitas pessoas fogem de determinadas decisões e, para não precisarem escolher e decidir, adiam o momento. E em muitos casos, só passar mais tempo não vai fazer com que a decisão fique mais fácil ou você possa ter certeza absoluta do melhor caminho a seguir. Paralisar e apenas esperar, adiando o momento de escolha, não só é uma forma de se sabotar como também pode fazer com que a situação seja resolvida de uma forma que não seja a melhor para você.

Fugir da decisão definitivamente não é o melhor caminho, mas muita gente prefere se esconder para não precisar lidar com as consequências da decisão. E muitas vezes, adiar não vai fazer com que você não precise decidir. É um processo cansativo, um aplicativo que está sempre aberto no nosso cérebro, consumindo energia e esgotando a paz e tranquilidade interna. É como um alarme que fica tocando na nossa cabeça, apertamos o soneca e depois de 09 minutos ele toca aquele som detestável novamente. Não esquecemos e de tempos em tempos perturba nossa cabeça.

Neste momento gosto sempre de lembrar da frase do início do artigo: “São nos momentos de decisão que nosso destino é traçado.” Não fazer nada, também é uma decisão. A decisão de não agir. E podemos perder oportunidades maravilhosas.

É melhor tomar alguma decisão do que não tomar nenhuma

Existem 3 grandes temas que envolvem uma decisão e precisamos estar atentos a eles. Podem nos mostrar o caminho, sem deixar coisas importantes de lado:

  1. Seus valores pessoais: nossos valores pessoais guiam todas as nossas decisões. Por isso é importantíssimo conhecer quais são os seus valores. Dentro de um processo de Coaching é um dos momentos que mais gosto, quando trabalho com meus clientes os seus valores e como utilizá-los a seu favor. Em muitas decisões sofremos, pois, algum de nossos valores (como liberdade, independência, responsabilidade, honestidade, equilíbrio, segurança, excelência, ordem e organização, desafios…) não está sendo preenchido totalmente. E quando um valor não está sendo preenchido, perdemos o sono, nos deixa irritados. É um incomodo grande que não conseguimos identificar e nem resolver. Conhecer e aprender a lidar com seus valores é importantíssimo para conciliar o que é importante para você com a decisão que você precisa tomar. Traz alinhamento da situação com si mesmo.
  2. Ganhos secundários: o que você ganha se não tomar a decisão ou permanecer onde está? A dificuldade em decidir pode envolver algum ganho que pode estar nos sabotando. Nas sessões de coaching escuto muitas destas dos meus clientes: não precisar se expor, não ter que lidar com um possível erro, não precisar se responsabilizar, não precisar agir e permanecer tranquilo na zona de segurança (conforto). Quais ganhos secundários você ao não fazer o que você precisa fazer? Decisão traz mudança e muita gente tem dificuldade em lidar com elas.
  3. Dor de desconexão: a dor de deixar algo ou alguém, amigos, colegas para trás também faz a decisão ficar mais difícil. Ou mesmo entrar em atrito com alguém, com medo de machucar outra pessoa pode fazer com que deixemos de lado uma decisão importante. Escolher o que é melhor para você não significa não se preocupar ou não se importar com o outro. Você possui alguma dor de desconexão? Se sim, como pode fazer para minimizar um pouco esta dor?

Como tomar decisão em 4 passos

Os 4 passos abaixo vão ajudar e organizar o seu processo de pensar sobre a sua decisão. Use-os sempre que precisar, irão trazer clareza e apontar o caminho certo.

1. Decisões grandes e importantes: precisam ser tomadas no papel (ou no Excel)

Ficar apenas no processo mental, pensando, pensando e pensando dificilmente irá ajudar você tomar a melhor decisão. Fica muito mais fácil quando colocamos no papel e organizamos nosso pensamento. É uma clareza instantânea. Desenhe, liste, rabisque e compartilhe com alguém. O processo de verbalizar o pensamento, força-nos a organizar as ideisa.

2. Tenha claro o que quer: o seu “porquê” e seu “para que”

Muitas pessoas esquecem-se de pensar no porquê querem aquilo que querem. Pense no seu porquê, escreva também em um papel ou aplicativo. Porque você quer isso para sua vida, porque isto é importante para você. Para que você quer alcançar seu objetivo? A clareza do que te move facilita e muito seu processo decisório. É uma energia magnética poderosa que você precisa usar a seu favor.

3. Decisões são baseadas em probabilidade:

Querer tomar a decisão perfeita pode atrapalhar e fazer você perder tempo. Nenhuma decisão é 100% certa e passar mais tempo esperando não vai fazer esta probabilidade aumentar. A perfeição não existe e não será alcançada por mais que você tente. Fará com que gaste energia e tempo além do necessário e um processo de autocobrança muito grande. Muitas vezes, tomar uma decisão, seja ela qual for, é melhor do que não tomar nenhuma decisão.

4. Existem muitos outros ganhos: possibilidades que surgem e as vezes nem imaginamos ou não exercitamos nosso cérebro para pensar tão longe. Quais portas e oportunidades podem abrir na sua vida tomando a decisão que precisa tomar?

Mas Eric, qual é o melhor caminho a escolher?

O melhor caminho é aquele que você escolhe. Pois ao decidirmos por onde seguir, vamos nos empenhar e colocar toda energia para fazer daquele o melhor caminho. Quando deixamos as opções abertas e não decidimos, a energia de construir não flui para lugar nenhum, fica estagnada e improdutiva. Faça a sua escolha ser a melhor, construa e dedique-se para ela crescer.

Podemos mudar o caminho – decisão não é para sempre

Uma decisão pode mudar.

Inconscientemente podemos pensar que as decisões são para vida toda, “vida ou morte”. E isto torna muito mais difícil escolher. É um fardo muito grande, somado ao fato de que não se pode errar, já que “é para a vida toda”.

E fato é que podemos sim mudar. Uma decisão não é para sempre. Podemos construir novos caminhos a partir do que estamos fazendo agora. Construir alternativas. O peso de não querer errar ou admitir que precisou mudar de caminho é muito grande nos ombros de muita gente. E podemos tornar mais simples.

Quando crescemos e amadurecemos, ganhamos mais experiência e conhecimento. Passamos a enxergar as coisas sobre um outro ponto de vista e provavelmente vamos querer coisas diferentes e melhores. E não precisamos ficar reféns de uma escolha que fizemos anos atrás. E escolher continuar construindo o caminho, mas agora em outra direção não significa que erramos lá atrás. Significa que tomamos a melhor decisão lá atrás e agora, com mais conhecimento e experiência, estamos tomando uma outra decisão mais inteligente. Construindo um novo caminho sobre aquele que já vem sendo construído.

Querer já saber todo o caminho antes de começar é uma grande autossabotagem. Pois nos paralisa e você deixa de usar seus melhores recursos para resolver a situação caso algum obstáculo apareça ao longo do caminho. Não é possível enxergar todo o caminho, toda a estrada e tudo o que está acontecendo nela quando você liga o carro. Podemos saber o caminho, usar o Waze e nos preparar para a viagem. Mas precisamos percorrer o caminho todo e lidar com qualquer imprevisto que aparecer. Não há meio de prever tudo. E isso não é motivo para não viajar! Muito pelo contrário, eu adoro viajar.

O custo da indecisão

O custo de não decidir é alto. Perdemos oportunidades, a situação cedo ou tarde acaba sendo resolvida sem que seja o melhor para nós, perdemos tempo com a sensação que a vida está patinando e, para mim, o principal: diminui a nossa paz interna. O assunto nos consome internamente e dificilmente esquecemos daquilo. E, em muitos casos, assim que resolvemos a situação, percebemos que não era tão complexa ou definitiva quanto havíamos pensado.

Cuidado com aquelas situações que conveniente fechamos os olhos para não enxergar. Não queremos ver ou admitir o que realmente está acontecendo e fugimos da decisão. O tempo acaba passando, esticamos a situação, ela não fica melhor e custa o nosso presente. Nos privamos de escolher o que é melhor para nós. E você tem todo direito de escolher o que é melhor para você! Isso não é errado.

Nestas horas eu gosto muito de fazer um exercício:

“Daqui a 10 anos, quando eu olhar para trás, o que eu gostaria de ter decidido?”

Eu adoro fazer este exercício com meus clientes de Coaching, quando estamos trabalhando suas carreiras, e o exercício traz um ponto fundamental: PERSPECTIVA.

Este exercício nos dá uma perspectiva melhor da situação. É como se subíssemos o nosso drone e enxergássemos a situação de cima.

Eu recebo as melhores respostas: “gostaria de dizer que tive coragem de tentar”, “quero me dar esta chance”, “quero poder dizer aos meus filhos que acreditei em mim e escolhi o meu caminho”, “se não der certo, em 10 anos posso construir um novo caminho”, “não vou me perdoar se eu não fizer o que eu sonho fazer!”, e a melhor: “nossa, daqui 10 anos esse não será um grande problema, vai ter acontecido tanta coisa!”.

Quando olhamos sob a perspectiva de 10 anos à frente, a maioria dos nossos problemas gigantescos de hoje, ficam menores. Uma cliente começou a dar risada quando fiz este exercício com ela: “Nossa Eric, eu estou sofrendo com isso agora, mas daqui a 10 anos eu não vou nem lembrar disso!”.

Fonte: Contábeis

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